Câmara aprova fim da obrigatoriedade de matrícula de aluno especial em classe regular – LEIA E ENTENDA

A Comissão de Educação da Câmara dos Deputados aprovou, na quarta-feira (1º), o Projeto de Decreto Legislativo (PDC) 2846/10, que susta a aplicação de norma do Conselho Nacional da Educação (CNE) que obriga as escolas a matricularem alunos com deficiência e aqueles com altas habilidades em classes comuns do ensino regular.

De autoria do deputado Eduardo Barbosa (PSDB-MG), o projeto altera a Resolução 4/10 da Câmara de Educação Básica do Conselho Nacional de Educação (CBE/CNE). Para o autor, a norma fere tanto a Constituição quanto a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB – Lei 9.394/96), que preveem que o atendimento educacional especializado aos educandos com deficiência seja ofertado preferencialmente – e não obrigatoriamente – na rede regular de ensino.

A relatora, deputada Professora Dorinha Seabra Rezende (DEM-TO), concorda com o autor e emitiu parecer favorável à proposta. “A preferência pela oferta do atendimento educacional especializado na rede regular de ensino deve ser entendida como uma proteção ao direito da pessoa com deficiência, sempre no interesse do aluno e de acordo com as suas condições de aprendizagem – e nunca como uma determinação arbitrária que pode, inclusive, ir de encontro às necessidades do próprio educando”, argumenta.

Lucio Bernardo Jr
dep. Professora Dorinha Seabra Resende
Dorinha Seabra Rezende: alunos com deficiência devem ser atendidos preferencialmente na rede regular, conforme suas necessidades; não pode ser uma determinação arbitrária

Ela lembra que o Plano Nacional de Educação (PNE) para o decênio 2014-2024 (Lei 13.005/14), aprovado no ano passado pelo Congresso Nacional, reafirma a garantia do acesso ao atendimento educacional especializado, preferencialmente, e não obrigatoriamente, na rede regular de ensino. “De acordo com o PNE, o atendimento educacional especializado, nas formas complementar e suplementar, deverá ser realizado conforme a necessidade de cada educando, identificada por meio de avaliação, e ouvidos a família e o aluno”, destaca.

Tramitação
O projeto será analisado agora pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ). Depois, seguirá para o Plenário.

Reportagem – Lara Haje
Edição – Marcelo Oliveira

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80 Resultados

  1. Estou cursando pedagogia,no 3°semestre e já estou;preocupada. o esparso é sim para todos ,mas que ñ seja obrigatório porque se for obrigatório,por lei como sera a educação dessas crianças especiais em!fim o meu tcc vai ser como lidar com crianças especiais …

    • Maria disse:

      Eu fico preocupada quando vejo uma futura professora escrever “esparso”,” emfim”, com pontuações sem sentido e texto com concordância fraca. Hoje em dia todo mundo repara em como o outro escreve o que acho exagero, afinal nem todos tiveram oportunidade ou vontade de aprender, mas alguém que quer ser professor tem a obrigação de escrever corretamente, o seu conhecimento será sua ferramenta de trabalho, atente-se a isso.

      • daniele disse:

        Querida talvez o teclado dela não tenha a favorecido,der repente seja como o meu, muitas vezes escreve o que entende……não precisa humilhar ninguém pra deixar sua opinião.
        Atente-se a isso!

      • tere disse:

        Nossa! Como existem pessoas que só se preocupam em criticar as outras, nesse caso o foco principal é a inclusão, e não a escrita de alguém que quis expor seu ponto de vista. Ah! Lembrando a você, ela ainda está no 3º período da faculdade, tem preocupação com esses casos, e tu apenas com a escrita…

  2. Marta Emilio disse:

    Concordo plenamente.Nao adianta obrigar a matricular e nao ter o atendimento adequado.Tem que ser de forma espontanea.Fala tanto de inclusao mas quando obriga a verdadeira inclusao nao acontece.

  3. Marilza Machado disse:

    E porque vocês não tem nem filho assim, é não sabem a diferençiar o quanto é importante sua inclusão que Deus seja justo.

  4. Rodrigo Vieira Ruivo disse:

    Oi Marinilza ! Tudo bem ? De fato eu não tenho filho e nenhuma pessoa especial em minha família , mas sou professor, e assisto a dificuldade de pais e alunos, que sofrem por não terem um atendimento especializado. Os educandos são os que mais sofrem, com falta de material adequado, com falta de estrutura, mobiliário , enfim, uma questão de fatores que precisam ser levados em conta antes de ser oferecido um serviço.
    Você mencionou pais que tem filhos com especialidades, não é mesmo ? Pois é, muitas vezes, os pais são omissos e não levam os seus filhos a um especialista para saber qual o problema que ele apresenta, pois é mais fácil jogar na escola, como se a instituição fosse obrigada a dar conta de tudo, inclusive o professor, que não tem a obrigação de gostar de trabalhar com crianças especiais ( que é o meu caso por exemplo), e sim, respeitar e buscar um caminho melhor para esses educandos, orientando, aconselhando,enfim, mostrando um caminho para uma situação que há anos está sendo velada.
    Você mencionou Deus também! E acredito ser de grande valia, vamos fazer a nossa parte, e deixar Deus fazer a dele. Um abraço!

    • Michelly disse:

      Vc é um ridículo que não deveria nem ser professor com esse pensamento. Vc realmente nunca conviveu e nem sabe o que ser uma criança especial, acredito que deve ter inclusão sim é mais as faculdades deveriam ensinar aos futuros professores a importância do desenvolvimento infantil no meio educacional. Não esqueça que a qualquer momento e qualquer um até mesmo vc pode se tornar um deficiente, aí o que vc vai escolher? Se isolar em casa? Pois a caminhada com um deficiente é muito complicada pois esbarramos com pessoas iguais a vc. Reze, ora ou faça mandinga para pedir a Deus para que vc não sofra nenhum acidente e se torne um deficiente, há vc tb pode sofrer um a AVC e se tornar um deficiente, vc pode contrair uma doença viral ou bacteriana e se tornar um deficiente, uma infinidades de coisas podem acontecer e vc vir a se tornar um deficiente, há se não acontecer com vc pode ser um filho ou alguém que vc ame, isto é se vc amar alguém. Cuidado!!! Vc não é obrigado a gostar de deficiente algum mas como professor vc deveria pelo menos respeitar, deficiente tb deve ter uma vida digna. Agora como vc acha que deficiente ser tratado? Trancado em casa? Vc é mil vezes ridículo!!!!

      • Rodrigo Vieira Ruivo disse:

        A minha opinião e essa e se você não aceita sinto muito!

      • Isabel Cecília disse:

        Michelly, desculpa, mas professora a Sra não é, se fosse saberia perfeitamente que somos uma classe que lidamos com todos os tipos de pessoas,: algumas boas, outras educadas e generosas, outras terríveis, acho que nem preciso falar mais porque dá para entender. A gente adoece com o tempo, e ninguém vê isso, nem mesmo os profissionais da educação gostam de falar publicamente sobre isso. Então respeita a nossa classe de professores. Somos só professores, entendeu. Eu particularmente, nunca vi um aluno deficiente físico ser discriminado na escola e se sentir menos inteligente que os demais. Prova disso é que são incrivelmente batalhadores, esforçados e vencedores. Tanto que todos sabem da obrigatoriedade de vaga para esta clientela, em exames para vagas em empregos, nos concursos públicos e etc. Então para com esse teatro bobo, este desespero e tanto ódio nas palavras. Deficiente nenhum gosta de ser tratado como se fosse um inútil, eles sabem se defender e são bem valentes para lutarem por seus direitos. Você já ouviu falar nos “PINTORES COM A BOCA E COM OS PÉS?”, Não, pois deveria ter o prazer de conhecê-los, são pintores que pintam ou escrevem somente usando ou os pés ou a boca; alguns eram normais como nós, e se tornaram pintores assim, depois de sofrerem acidentes graves. Não vejo desespero em nenhum deles, não se mal dizem, vejo beleza, esperança e segurança neles. Eu mesma, duas vezes por ano, compro os cartões e os calendários que eles pintam ou com a boca ou com os pés, ainda recebo cartinha escrita por eles, ou com a boca ou com os pés, isso é lindo e maravilhoso. Eles desejam que os valorizemos. Os deficiente andam sozinhos, atravessam ruas, é incrível. A senhora já viu um deficiente visual andar sozinho pela rua? A Sra gosta de ajudá-los a atravessar a rua? Já percebeu que eles andam sozinhos e não se perdem, andam sozinhos de ônibus? Para de jogar desgraça nos outros, de ser negativa, de se fazer de vítima. A Sra não sabe nada da vida de ninguém para falar assim com as pessoas. E essa história de deficiente físico trancado em casa, sem poder sair, ou é caso para psiquiatria ou caso para a polícia. Eu só vi isso acontecer em uma família, um casal com seus três filhos, três filhos trancados em casa, a porta da rua toda na grade reforçada, parecendo uma jaula, tudo porque os três nasceram e cresceram com problemas mentais graves, todos adultos, agressivos de atacar as pessoas e fugões. Quando as pessoas passam na frente a “jaula” eles ficam conversando maldade e falando palavrões. Isso, sim, é muito triste e terrível para um pai e uma mãe. Estes pais vão envelhecer sem qualidade de vida. Quem vai cuidar deles quando a velhice os desgastar ainda mais? E da velhice destes três? Isso é obrigação do Estado. Lembre-se. Outra, Deficiente físico tem força suficiente para usar os braços, ou pernas para atacar. Eu já vi isso. ENTÃO, PARA DE OFENDER OS PROFESSORES, CERTO. lembrando que OFENSA PELA INTERNET TAMBÉM É CRIME. Passar bem.

        • Isabel Cecília disse:

          Michelly, desculpa, mas professora a Sra não é, se fosse saberia perfeitamente que somos uma classe que lidamos com todos os tipos de pessoas,: algumas boas, outras educadas e generosas, outras terríveis, acho que nem preciso falar mais porque dá para entender. A gente adoece com o tempo, e ninguém vê isso, nem mesmo os profissionais da educação gostam de falar publicamente sobre isso. Então respeita a nossa classe de professores. Somos só professores, entendeu. Eu particularmente, nunca vi um aluno deficiente físico ser discriminado na escola e se sentir menos inteligente que os demais. Prova disso é que são incrivelmente batalhadores, esforçados e vencedores. Tanto que todos sabem da obrigatoriedade de vaga para esta clientela, em exames para vagas em empregos, nos concursos públicos e etc. Então para com esse teatro bobo, este desespero e tanto ódio nas palavras. Deficiente nenhum gosta de ser tratado como se fosse um inútil, eles sabem se defender e são bem valentes para lutarem por seus direitos. Você já ouviu falar nos “PINTORES COM A BOCA E COM OS PÉS?”, Não, pois deveria ter o prazer de conhecê-los, são pintores que pintam ou escrevem somente usando ou os pés ou a boca; alguns eram normais como nós, e se tornaram pintores assim, depois de sofrerem acidentes graves. Não vejo desespero em nenhum deles, não se mal dizem, vejo beleza, esperança e segurança neles. Eu mesma, duas vezes por ano, compro os cartões e os calendários que eles pintam ou com a boca ou com os pés, ainda recebo cartinha escrita por eles, ou com a boca ou com os pés, isso é lindo e maravilhoso. Eles desejam que os valorizemos. Os deficiente andam sozinhos, atravessam ruas, é incrível. A senhora já viu um deficiente visual andar sozinho pela rua? A Sra gosta de ajudá-los a atravessar a rua? Já percebeu que eles andam sozinhos e não se perdem, andam sozinhos de ônibus? Para de jogar desgraça nos outros, de ser negativa, de se fazer de vítima. A Sra não sabe nada da vida de ninguém para falar assim com as pessoas. E essa história de deficiente físico trancado em casa, sem poder sair, ou é caso para psiquiatria ou caso para a polícia. Eu só vi isso acontecer em uma família, um casal com seus três filhos, três filhos trancados em casa, a porta da rua toda na grade reforçada, parecendo uma jaula, tudo porque os três nasceram e cresceram com problemas mentais graves, todos adultos, agressivos de atacar as pessoas e fujões. Quando as pessoas passam na frente a “jaula” eles ficam conversando maldade e falando palavrões. Isso, sim, é muito triste e terrível para um pai e uma mãe. Estes pais vão envelhecer sem qualidade de vida. Quem vai cuidar deles quando a velhice os desgastar ainda mais? E da velhice destes três? Isso é obrigação do Estado. Lembre-se. Outra, Deficiente físico tem força suficiente para usar os braços, ou pernas para atacar. Eu já vi isso. ENTÃO, PARA DE OFENDER OS PROFESSORES, CERTO. lembrando que OFENSA PELA INTERNET TAMBÉM É CRIME. Passar bem.

    • ESTELA SILVEIRA DE ARAUJO disse:

      “que não tem a obrigação de gostar de trabalhar com crianças especiais ( que é o meu caso por exemplo)”Caro senhor, neste caso concordo! Crianças especiais,não merecem conviver com pessoas( ditos professores) como você, a determinação vai benificiá-las!

      • Rodrigo Vieira Ruivo disse:

        Sim! Eu tenho o direito de escolher o público que eu quero atender! Assim como um médico tem o direito de escolher qual especialidade vai atender, assim como um advogado tem o direito de escolher qual caso vai defender! O que não e justo e discriminar, excluir, embora , eles já são excluídos pois não existe um sistema de ensino que prioriza e ofereça a possibilidade de uma educação de qualidade para esse público. São excluídos pelo sistema de ensino não por mim, nunca deixei de atender uma criança especial, embora não fosse do meu gosto atender.
        Bom, Você já conhece um pouco de mim, sabe que eu tenho ensino superior ( e não cursei faculdade marca barbante), já sobre você eu não a conheço , sendo assim, vou deixar uma dica como se você tivesse o ensino médio incompleto ( em escola pública) lá vai ; leia, pesquise, estude antes de sair falando do que você não conhece e de quem você não conhece note que até a professora que tem um filho especial, soube falar com propriedade do assunto, ou seja, ela e conhecedora do assunto! Fica a dica para você e os demais que falam sem propriedade!
        Tenha um bom dia!

        • Claricia disse:

          Você pode escolher se vai atuar na ed. Infantil, ensino fundamental, médio ou superior. Mas não pode escolher com qual ser humano vai trabalhar.

          • Olha Claricia eu posso escolher sim, inclusive, escolher a não atuar, agora o que as pessoas ficam ofendidas, é quando colocamos a nossa opinião, e não apenas reafirmamos uma coisa que não acontece e esta longe de acontecer que é a inclusão.

        • lena disse:

          caro Rodrigo ,quando vc diz que tem direito a escolha …fiquei pensativa …escolher a quem ensinar? se comparou a medicos que escolhe especialidades .especialidades não é escolha de ser humano. e aos professores que não gostam de negros? e os que não gostam de homossexuais podem ter escolhas tbém? ou será que vc que o facil ,chegar lá falar e escreve e pronto…tem medo de desafio e do desconhecido.Pena que a mente e fechada .
          Na minha opinião quem não que trabalhar com adversidades ,que seja professor particular ai vc escolha a dedos a quem ensinar !

          • ESTELA SILVEIRA DE ARAUJO disse:

            Concordo plenamente! Antes de discriminar e tentar se livrar, deveriamos lutar por mais justiça. Sou educadora especial e luto sempre para melhorias como: 3 crianças com laudo, a turma não poderá ter mais que 18 alunos, e uma atendente, formação continuada, e cursos afins que oferece suporte para os professores que entendem que as diversidades existem.Mas o sr. ruívo quer saber minha formação? O nome é vocação, amor, respeito, isto não se aprende na universidade.

    • Eliana disse:

      Concordo com vc Rodrigo, no papel a inclusao e muita bonita!!!!!
      Mas a realidade e totalmente diferente.
      Vivo isso no dia a dia.
      Colocam as criancas na escola, infantil ou fundamental, ficam la o dia todo, a professora sem material, sem mobiliario,e outros, tem que se virar, dentro de uma sala com muitas criancas mais inclusao.
      Ai se acontecer dessa crianca cair se machucar, somos crucificadas.
      A inclusao que tenho precisa de cuidado integral, nao pode de forma alguma ficar sozinha, e totalmente dependente pra tudo, ate para andar.
      E tem maes que nao querem nem saber, levam as 7 da manha e buscam depois das 4 , depois das 5 da tarde. Fico indignada!!!!!
      Que inclusao e essa????????
      Nao tem como trabalhar com essas criancas, nao temos material, mobiliario com protecao e principalmente especializacao na area.
      O que sinto e que somos babas, nao tem so inclusao tem muitos alunos.

      • Rodrigo Vieira Ruivo disse:

        Olá Eliana e como você falou ” no papel a inclusão e muita bonita” simplesmente enfiam as crianças na sala de aula e nem se quer perguntam se você gosta de atender esse público! Se você tem habilidades para lidar com esse público ! E sem contar os pais omissos! Será que alguém pergunta para um médico se ele pode tratar uma doença ou jogam qualquer paciente na sala dele ? Perguntam, ele e médico ! Já o professor tem que aceitar! E de boca calada! Só que comigo o negócio e mais embaixo!
        Obrigado pelao apoio!

    • Claricia disse:

      Se Deus é justo, e ELE é, você terá um filho com deficiência e vai aprender que essa situação não é uma escolha. Nenhum pai escolhe ter um filho com deficiência e professor, que de fato é professor, também não tem escolha. Tem que buscar conhecimento e trabalhar!!!!! Quando você se formou estava escrito no teu diploma que vc seria peofessor, e ponto final.

      • Para de romantizar a profissão de professor! Essa ideia que o professor é o cara que vai tirar as pessoas do buraco, por favor, professor faz escolhas, sim, como qualquer outro profissional! Agora, ao invés de ficar apedrejando os outros, levanta esse traseiro, e vai la ajudar um profissional a cuidar de um aluno especial, ou se você é mãe de um, ajude os professores do seu filho. Aproveita convida algumas companheiras que escrevem sem conhecimento de causa e façam o mesmo.

    • Cristiane disse:

      Arrasou ! Disse tudo

    • Bruna disse:

      Quer dizer que agora professor escolhe vom quais tipos de alunos quer trabalhar? Acho que vc deveria reler o que escreveu e pensar sobre isso… professor que quer escolher aluno deveria mudar de profissão. Sou pedagoga tb e não sou preconceituosa. TODA E QUALQUER CRIANÇA MERECE O MEU MELHOR. Inclusão não é estrutura, um bom pedagog sabe trabalhar com todas as crianças afinal, são especiais mas continuam sendo seres humanos, não é?Aliás pedagogos são especialistas em aprendizagem de qualquer ser humano. Se fosse vc voltaria a estudar Vygotsky, Piaget, Wallon… ou quem sabe mudar de profissão.

      • Oi Bruna quantas inclusões você atende? Quantos alunos você tem dentro da sua sala de aula? E sobre o trabalho voluntario? Atende gratuitamente as crianças, pelo menos, duas vezes por mês?Também faz atendimento em centros de detenção? Olha, cara pedagoga, nem se você tivesse todo a teoria do mundo, bastaria para você resolver uma pequena parte do problema educacional no Brasil! Abraços!

    • Maria do socorro de almeida disse:

      Olá , nem sempre é possível acontecer a inclusão nas escolas comuns . Eu falo de experiência própria, depende do grau de comprometimento intelectual do aluno . Eles deverão ser atendidos em escolas especiais com profissionais especializados e sem limites de idade. muitos não consegui conhecimentos acadêmicos. Mas uma melhor qualidade de vida ,socialização bem estar físico e emocional .

    • Cris disse:

      Vc é um idiota! !

    • Lena disse:

      Pois é Rodrigo, ter opiniões divergentes é correr o risco de ser sacrificado em qualquer esquina. Concordo contigo, pois também sou professora e nunca vi qualquer preocupação do Estado e mesmo dos curso de formação de professores em preparar, de fato, os educadores para lidarem com crianças e jovens com deficiência ou com transtornos psiquiátricos. É verdade que muitos pais se recusam a levar seus filhos ao médico ou ao psicólogo para que tenhamos sequer um laudo que nos diga qual é a deficiência do aluno e a partir daí possamos tentar atendê-lo. Digo tentar, pois não há espaços, materiais adequados, cuidadores para auxiliar os professores e nenhum recurso que possa contribuir para a inclusão real desses alunos. É uma pena! Mas muita gente acha que a escola é a única responsável pelo acolhimento e pela educação, mas não se lembra de nos ajudar, sim caros! pais e mães podem ser voluntários na escola, podem ajudar os professores que não têm como dar conta de tantas atribuições; podem reclamar nas diretorias de ensino pela falta de condições de atendimento aos alunos especiais, podem participar das reuniões de pais e mestres e compartilhar com outros pais e mães sua história, suas experiências, podem enfim colaborar para a sensibilização da comunidade escolar quanto à necessidade de acolher e educar a todos. Mas é mais fácil criticar, menosprezar os poucos professores que enfrentam a luta cotidiana e ainda querer exigir que todos queiram/gostem de trabalhar nessa situação frustrante. Sim, há pessoas de todas as profissões (não apenas professores) que têm dificuldades de lidar com pessoas com deficiência, tais dificuldades podem ser devido a diferentes fatores, mas não querem dizer que estas pessoas sejam monstros incapazes de amar ou de acolher, é preciso sair dessa posição de ficar julgando sem conhecer a realidade e de desejar o mal dos outros só porque eles não correspondem a certos modelos … Se as mocinhas tão bondosas (que falam tanto em amor e em Deus) já tivessem enfrentado um aluno adolescente em surto psicótico (por não ter nenhum tipo de acompanhamento) poderiam saber que as sensações do professor vão da tristeza profunda por ver alguém nessa situação de abandono por parte da saúde pública e da família (que não se dá ao trabalho de levar o jovem ao médico), até o medo de que num desses surtos, nós professores ou os demais membros da comunidade, nos tornemos vítimas de agressão ou mesmo de homicídio. Não há soluções fáceis, mas se houvesse união de forças em vez de acusações, se pudéssemos lutar juntos em vez de ficar empurrando o problema para os outros, talvez pudessemos compreender que os alunos precisam das duas instituições (as regulares e as especiais), da família e dos professores, dos que passam pela mesma situação e dos que são completamente diferentes. Só assim talvez aprendessemos a conviver, a respeitar nossos próprios limites e os limites dos outros.

    • Rodrigo de tudo o que você escreveu o que realmente faz sentido é quando você cita a omissão dos pais, eles procurariam seus direitos na forma da lei e seus filhos não ficariam jogados, como você mesmo disse, entretanto quando escolhemos a profissão de educador sabemos que vamos trabalhar com os mais variados tipos de pessoa ( que gostamos e não gostamos), e o que é uma criança especial para você ????? Uma criança indisciplinada é uma criança especial, pois vai exigir uma atitude diferenciada de você não prevista inicialmente no seu plano de trabalho, assim como alunos hiperativos, introvertidos, com problemas familiares, nunca estamos preparados para essa diversidade, mas temos a obrigação de nos preparar para isso.

  5. Graça Lucia Alencar e Souza disse:

    A oferta da Educação Inclusiva de forma obrigatória nas escolas regulares, sempre foi de tamanha desobrigação, pois a partir do momento que não oferece estrutura na escola para esse grupo, fere a lei imposta. Não adianta oferecer de forma obrigatória ou preferencialmente, se a escola não entende o que acontece com os alunos especiais. Muitas crianças não possuem sequer o laudo e, estão na escola. Pobre escola brasileira! O sistema nunca viu a escola pública como espaço de conhecimento e, sim de abrigo social para resolver questões que não correspondem a sua função social. Os professores padecem em meu país de formação em educação especial. Falta muito …

  6. LEONICE disse:

    Sou mãe de um adolescente com necessidades especiais e também sou professora, na minha opinião é um retrocesso, pois o que falta na educação, não falta só para os alunos especiais, falta para todos. Então se o governo não faz sua parte, vamos tirar todos da escola? Vivo os dois lados, lutando a anos para que meu filho seja incluído e tenha o direito a ser um cidadão da sociedade como qualquer outro, escola especial é exclusiva, os alunos são superprotegidos e não desafiados a aprenderem, porque sua condição já está “determinada” , por outro lado, já lecionei em uma sala de pré – escola com três inclusões, sem nenhum apoio, é difícil, mas temos que lutar para que as escolas regulares tenham profissionais e estruturas para oferecer qualidade no ensino destas pessoas e não fazer leis que tiram delas um direito que foi tão difícil de conquistar. E mais uma coisa, existem professores e Professores que mesmo com as dificuldades buscam alternativas, novos conhecimentos e se empenham para fazer o melhor por estes alunos, enquanto há outros que simplesmente só reclamam e não fazem nada. Falo com propriedade, porque como já disse, vivo os dois lados. Minha esperança é que os defensores da educação inclusiva, se manifestem e não permitam que um retrocesso destes aconteça.

    • Rodrigo Vieira Ruivo disse:

      Leonice tudo bem ?
      Como dois conhecedores que somos, e não meros curiosos, acredito que dois pontos são pertinentes ; a valorização e formação do profissional que vai atender esse público, ou seja, o professor foi consultado que vai trabalhar com esse público ? Ele está de acordo ? Estando de acordo, como será a formação deste profissional? Quem vai pagar? Estudar custa caro e precisa ser visto e revisto que vai arcar com esse dispesa!
      Você comenta sobre os ” defensores da educação inclusiva” quem são eles ? Qual a ação que eles desenvolvem para que o ambiente escolar dito regular seja inclusivo ? Acredito que se realmente e para existir uma mudança as partes interessadas precisam correr atrás, agora , o que não podemos permitir, é que os professores que estão em sala de aula, que não possuem seu trabalho reconhecido perante a sociedade sejam culpados.
      Bom dia!

    • Jussara disse:

      Olá Leonice! Vc disse tudo: infelizmente falta muito para que a escola consiga atender com qualidade a todos. Porém não podemos novamente excluir a alguns sobre o pretexto de que “é melhor para eles”. Infelizmente poucos educadores – e pelo jeito deputados- conhecem a lei. A constituição federal de 88 traz 2 mudanças importantes: art 205 diz que é direito de todos a educação (quando diz todos, quer dizer Todos e não todos que enxergam, todos que escutam etc). Em ser artigo 208 traz ainda o atendimento educacional especializado aos alunos com deficiência. Ou seja um artigo complementa o outro e não o substitui! Traz a possibilidade ainda e do AEE ser realizado preferencialmente na rede regular (ou seja, embora a preferência seja pela o AEE da escola comum, o AEE pode ser feito também em outros espaços como por ex as instituições, os centros de AEE, etapa – reforço – é o AEE e nao a sala comum que pode ser feito em outros locais!) O art 58 da Ldben entendeu equivocadamente esse artigo uma vez que trouxe a possibilidade de o AEE substituir a escola comum! Como qualquer legisladoa sabe, toda lei ordinária deve estar em consonância com a lei maior caso contrário será Inconstitucional!
      Minha esperança é a Procuradoria e outros orgaos de defesa de direitos estejam atentos! Muito triste perceber que nossos legisladores ainda tenham uma leitura tão simplista da lei e gastem mais esforços tentando retroagir ao invés de pensar em melhorias como: reduzir o numero de alunos por sala (já que há indi ativos do CNE), ampliar o valor de repasse do fundeb para alunos com deficiência, distribuir recursos de Tecnologia Assisitiva como kits básicos para todas as escolas, etc… e ainda: que tal começar a discutir melhor a politica de saúde? Nossas crianças com ou sem deficiência precisam ter acesso a fono, psicologos, T.O., sem ter que ficar anos em filas de espera. A saída não é caminhar para traz, mas pensar nas necessidades e caminhar para o futuro! Um futuro onde as pessoas com deficiência não fiquem restritas em ambientes segregadores que muitas vezes só se justificam diante da dificuldade dos dito normais de aceitar e valorizar as diferenças. ..

      • daniele disse:

        parabéns pela resposta..Deus abençoe vc…

      • Cristina disse:

        Parabéns Jusara! Você colocou de forma correta e pertinente a organização jurídica aqui estamos todos subordinados. Pena que nem todos possuem esclarecimento e conhecimento para compreender isso. Afinal estamos na era da inclusao, onde a sociedade é que precisa se prepar para receber as pessoas com deficiência e não o contrario.

  7. Lisandra disse:

    Perfeito, Rodrigo!

  8. Rodrigo Vieira Ruivo disse:

    Bom ! Já vi que a minha opinião realmente faz a diferença e tem base, visto os demais comentários ! E está de acordo com a realidade, pois quando enfiamos o dedo na ferida dói e sangra, não e mesmo ?Para aqueles que sabem utilizar das ofensas, ignoro e sinto pena, pois não possuem argumentos, não conhecem a realidade! Se acham donos da verdade e não tem capacidade para enfrentar uma sala de aula. Fiquem com a sua ignorância!

    • Rosane disse:

      Pena sinto eu de VC por ser tão arrogante e preconceituoso,pois essa é a palavra que lhe define! No mínimo é um professor que pouco se importa com seus alunos,que muito provavelmente nem gosta do que faz! Certo que não é obrigação da escola ou do professor ser responsável pelo desenvolvimento de um especial sem o acompanhamento e ajuda dos pais + usar das palavras como VC as usou só mostra que tipo de pessoa és,e comparar- se a um médico ou advogado por sua forma de pensar é no mínimo infantil pois não vejo nenhuma ligação! Repeito muito a classe,pois sem um professor o que seria da humanidade + VC não se enquadra nessa classe! Continue assim…deixe de viver a inocência, o amor,o pedido de ajuda de um especial e em troca receba falta de respeito,educação, interesse e as vezes até agressões dos ditos normais! Antes de falar qualquer coisa sou tbm professora. Que Deus te abençoe.

  9. Alice disse:

    Na verdade nunca ouve uma lei que obrigassem as escolas a matricularem alunos portadores de necessidades especiais no ensino regular, na LDB fala “preferencialmente” que é confundido por muitos como “obrigatoriamente”. Acredito que dependendo da deficiência seja um progresso o aluno frequentar o ensino regular, junto com um Tutor, direito que já está previsto em lei. Mas na maioria dos casos a deficiência do aluno não é atendida pela falta de materias didáticos, recursos e conhecimentos do professor. Podendo ocorrer a exclusão e não a inclusão dos alunos. Quem não é professor é fácil julgar, já tive três alunos portadores de necessidades especiais, cada um com uma necessidade diferente, em uma sala lotada. Muitas vezes deixava de atender a sala de aula para me atentar mais aos alunos com necessidades.

    • Suzi disse:

      Na cidade onde trabalho há vários casos e de síndromes diversas, mas o direito do aluno estar em uma sala regular, sendo deficiente auditivo, autista,ou outro caso, é o de ter um professor especializado em educação especial… isso é inclusão! Mas há professores interessados em vir para uma cidade do interior? Coloca-se editais,a direção deseja acolher, mas o profissional não aparece !!!

  10. Iolete disse:

    A escola publica da qual faço parte do corpo docente há mais de 28 anos sempre. foi. inclusiv. Todos ssempre.tiveram lugar, Independente de suas dificuldades. Asseguro. que nossos esforços, a despeito. de todo desprezo., desrespeito e demérito, que a maioria de nós, recebe. depois de anos de dedicação à área da educação, me sinto. totalmente à vontade para deixar registrado, que essa lei, que pretendem. aprovar. é uma prova de que se quer de volta. a segregação. dessas. ccrianças. que lutam para. serem aceitas desde o seu nasci. É uma vergonha, que quem deveria defender. O direito. desses alunos,,simplesmente,queira tirar do Estado,uma obrigação. sua. Eles são. diferentes? Todos somos..

  11. Jocélia disse:

    Educação inclusiva sempre foi uma piada no sistema educacional brasileiro. A lei é linda mas lá no papel porque a realidade é bastante diferente…Nós professores somos punidos por não termos a prática pedagógica direcionada aos alunos com necessidades especiais , as dificuldades de aprendizagem , a hiperatividade , os transtornos psicológicos , e ainda levamos o peso de ter que fazer o papel da família assumindo todo fracasso do aluno quando este não vai bem…A questão é que tratam a inclusão de maneira equivocada ,muitas vezes a família coloca na escola para se livrar por algumas horas (falo com propriedade) e não entende nem qual é a especialidade do seu filho…Que inclusão seria essa? Outras vezes a família acompanha o desenvolvimento do filho com NE mas a escola falha e se mostra muito mais carentee com uma necessidade muito mais especial do que a do aluno . É como oferecer um serviço e não ter como ofertar .É isso que vem acontecendo…Acho que o texto sobre inclusão deveria ser melhorado , vejo que as escolas deveriam ser preparadas sim para incluir e trabalhar qualquer aluno , mas que antes os profissionais sejam qualificados , se tenha uma boa estrutura escolar e ainda mais a presença de especialistas nas escolas como uma terapeuta , psicólogos e etc.

  12. Priscila disse:

    Me desculpe ,pois vcs estão desatualizados pois já chegaram as auxiliares de inclusão nas escolas da minha cidade,em todas as salas ou seja nas que realmente precisam que são orientadas por uma professora especialista e uma equipe multidisciplinar que acompanha todo desenvolvimento do aluno com deficiência, propondo para eles uma vida de qualidade e desenvolvimento pleno di ser humano,pois nem os passarinhos devem ficar presos em um único ambiente,Piaget já dizia se aprende com o meio,então o aluno que tem algum tipo de deficiência ou dificuldade deve sim estar inserido com o outro.agora se VC que escolher o seu público que lecionar abra escola e selecione seus alunos.a inclusão está sendo aceita sim,mas exite gente que não aceita nem os seus defeitos quanto mais os dos outros né… Ah!cada professor tem que fazer o seu melhor pq meu amigo tem cada um que quer só cabido de emprego,não muda suas estratégias de aulas,não conhece que tipo de aluno tem na sala de aula,fica vida inteira reclamando e não se atualiza.

  13. Claudia disse:

    Concordo com vc Rodrigo, não adianta fazer de conta, os pais de crianças especiais deveriam estar exigindo melhores condições para seus filhos e não ficarem se enganando que tudo está normal. Não está, e por este motivo são consideradas crianças Especiais, que precisam de cuidados diferenciados.

  14. Claricia disse:

    O que essa legislação está fazendo é desobrigar as escolas de oferecerem o AEE-Atendimento Educacional Especialuzado. Não está tratando da matricula regular de uma pessoa com deficiência na Escola Regular. De qualquer forma é um retrocesso sim, pois é um direito conquistado.

  15. Marcelo disse:

    Sempre defendi a separação de alunos com necessidades especiais, pelo menos em salas especiais dentro do ensino regular, pois o estado desde a constituição federal de 88 nunca deu um atendimento especial às crianças. Tudo maquiado e, pior, defendido, insanamente, por profissionais que não se deram conta da sucata que está a educação pública. Os alunos com nenhuma necessidade já estão indo muito mal na escola. Eles são a maioria e muito mal atendidos, muito mal alfabetizados tanto em Português quanto em Matemática. O aluno especial e todos os outros acabam, por fim, não aprendendo nada. A sociedade está aí para excluir, para cobrar, para trabalhar… O Estado abandonou a educação há anos, e teve a ajuda da sociedade e, principalmente, pressão de profissionais da educação que juraram que a inclusão traria benefícios cognitivos e sociais para todos. Somente leigo não sabe que isso foi para conter gastos com aluguéis, profissionais, materiais… A intenção nunca foi universalizar para melhorar. Conheço profissionais de educação especial que nunca aprovaram este sistema. Aqueles que aprovam, mas nunca modificaram nada, não trouxeram nenhuma melhoria ou desenvolvimento significativo, só estão interessados em manter seus cargos. Não interessa LDB, ECA e Constituição se estas não conseguem garantir desenvolvimento algum. Só garantir direitos não resolve nada. Portanto, se devem ser repensadas, modificadas com foco no bem estar geral, que assim seja.

    • Maria Magalhães disse:

      Gostei Rodrigo, afinal, é muito fácil falar quando se mostra claramente que não tem conhecimento de causa, tbm sou professora e não concordo com a ideia que o professor com um giz e um quadro deve salvar a humanidade , se um que um médico for fazer uma cirurgia e não tiver um bisturi, ele não faz. Por que o professor sem material e apoio pedagógico tem dar????
      Por pensar dessa forma que a educação está onde está.

  16. Tais disse:

    Como educadora, concordo que emergencialmente essas crianças sejam acolhidas na escola regular, mas é extremamente necessário rever o formato e a assistência adequada desses pequenos. Garantir o atendimento adequado é incluir.

  17. Gisele disse:

    Infelizmente tenho que apoiar a atitude desse Deputada. As Leis existem e no papel são maravilhosas, mas quando temos que pô-las em prática, as barreiras encontradas no caminho são bem mais concretas.
    As escolas oferecem ao aluno especial inúmeros projetos e que nem sempre conseguem ser posts em prática. Sou educadora especial e trabalhei 8 anos com a INCLUSÃO e que em minha opinião foi um termo criado para adoçar a boca dos familiares do aluno especial.
    Nossas escolas e nossos profissionais da rede regular de ensino não estão capacitados para receber e avançar o aluno com necessidades. Por experiência própria, quando me deparava com um aluno especial eu tinha vontade de correr e me esconder, por não possuir capacitação para atende-lo. Até que resolvi me especializar, o que foi a duras penas, por conta da dificuldade e do preço alto nas especializações. Essas crianças/adolescentes merecem o nosso respeito, a nossa dedicação e principalmente a do GOVERNO que tem a obrigação em ampara-las em atende-las e desenvolver nelas todo o potencial possível para que consigam ter uma qualidade de vida melhor, dentro das suas condições.. Isso é o mínimo. Oro para que uma saída seja encontrada e tento mesmo que sendo um grão de areia no Oceano, fazer a minha parte..

  18. Regina disse:

    A inclusão chega da tristeza e indignação tanto educadores como pais sofrem com o descaso do governo .

  19. Ormi disse:

    Nunca existiu inclusão e sim integração social,estavam querendo enganar ou fazer mais depósitos de seres humanos sendo que alguns professores não est psicologicamente p recebe esses seres que precisa e de atendimento com pessoas q tem compromisso em ajudar los e não ficar finge q gosta do seu trabalho p recebe no final de cada mês tem q ser mais q um professor e sim alguém q eles confiar e acredita neles com necessidades espécias, observação Deus ver tudo e algumas pessoas não queria isso porque e mais fácil falar do professor q tem que fazermais do a própria família

  20. A escola tem que trabalhar o princípio de inclusão,acho lamentável esse retrocesso, ao invés das leis serem para que sejam oferecidas as condições necessárias para este aluno, estão tirando o direito de incluir esses alunos no meio social,pois com certeza muitas escolas e diretorias irão recusar estes alunos,visto que já não era de bom grado receber esses alunos. Os professores falam muito em se capacitarem para receber essas alunos com NEE-Necessidades Educacional Especializados,será que tiveram capacitação para trabalhar com alunos indisciplinados ? Será que estarão preparados para conceber um filho com deficiência.Reflitam caros colegas ao darem seu depoimento pensando simplesmente do “eu” .Veja que a missão do professor e desafiá-los a melhorar, pessoal e profissionalmente, a cada dia, através de novas estratégias e desafios que precisam ser enfrentados no cotidiano da profissão.E com bom senso, auto-observação, alianças seguras, senso contínuo de desafio, ambiente favorável para o exercício de escolhas. E se destrói por atitudes como o descaso, a ironia, os gritos, a postura corporal negativa, e o menosprezo.

  21. Andrreia Ferreira Barbosa disse:

    Professores que gostam de ensinar e Educar Não a Barreiras que no ensino aprendizagem a primeira prova e a quebra de PARADIGRAMOS esta foi e 1º Lição.

  22. Andrreia Ferreira Barbosa disse:

    Não excluir mas sim incluir todos ser humano e capaz

  23. Vanuse Gomes disse:

    oi tenho uma filha especial e ela tem 12 ano , ela tem paralisia celebral retardo psicomotor, entao ela estuda em escoka estadual e ja tive e tenho muitos problemas com a falta de respeito com a minha filha , pois ja cheguei na escola e deparei com a minhafilha sentada no banco com a mochila nad perna dela e em cima da mochila o prato de merenda e ela comendo sozinha, em epoca de festa julhina a minha filha numca danca pois nimguem quer ser par dela , pois fora nas educacao fisica ela sempre sozinha numca tem um para para ela , ela nao sabe nen ler e nen escrever e nen fala nao sabe ir no banheiro sozinha, nao sabe fazer nata e estar no sesto ano agora Pergunto para que tem que estar frequentando escola se nao sabe de nada e para ficar incruza de festa de escola , educacao fisica sera que nois mesmo mae de filhos Especiais temos que realmente levar nossos filhos a escola , e outra coisa minha menina era para ser normal mais por causa de um negrijencia medica ela deu uma paralicia entao estamos esperando ate hoje para ser resolvido , e deixei ela 3 dias emcadame ja mandarao conselho Tutelar na minha casa sabe porque pois ficou 3 dias fora da escola fora dessa tal Icruzao que nao acontece desculpa foi um desabafo pois cansei de escutar criancas da sala dela falar sai de perto de mim voce baba, nao vou te dar a mao pois voce baba , Aff Deus esteija com nois Guerreiras especiais que lutamos para vida melhor de nossos filhos Deficientes.

  24. Alberto Silva disse:

    Choca-me ver que cada imbecil que se arvora nos representar acha-se capaz de legislar sobre o que não tem propriedade. Deveria a comissão estgá legislando para assegurar os direitos líquidos e certos que são violados, assim está pralamentar não estaria atropelando a lei que visa a cidadania da pessoa portadora de necessidades especias. A dita ganharia muito se estivesse lutando pela obrigatoriedade de professores de LIBRAS, BRAILE E OUTRA HABILIDADES, que facilitasse a inclusão e integração escolar desta crianças que necessitam de cuidados, mas não de super proteção. Sou pai de autista, meu filho é terceiro anista, estudou sempre em escola regular nunca perdeu um ano. Sou pedagogo.

  25. Jaqueline disse:

    Eu tenho um sobrinho deficiente,e ele estava em uma escola regular teve que sair pq não tem professores qualificados pra trabalhar com ele, pq por lei cada deficiente tem que ter uma professora para acompanhar na sala de aula,acredito que tem que ter mais qualificação para os professores trabalharem com crianças com deficiência ,e para aquela pessoa que falou que nao gosta de trabalhar com crianças com deficiência esquece que pode ter um filho tbm com deficiência.

    • Olha Jaqueline, eu sou sincero ao ponto de falar que não tenho afinidade com esse público e muito menos qualificação, Eu não sou contra a inclusão, muito pelo contrário, ela deve acontecer sim, com profissionais preparados, psicologicamente, educacionalmente, que queiram realmente estra ali, e não apenas jogarem as crianças em salas super lotadas, deixando-as a merce e nem se quer consultar o professor! Repito, é necessário deixar de romantizar a profissão de professor, que é aquele que aceita tudo, e de boca calada, que vai salvar o mundo, a realidade é outra!. Professor precisa ser qualificado, pagar os seus estudos e escolher sim, onde e como quer trabalhar, qual publico vai atender, o profissional tem quer ter direito de escolha sim, e escolher não é discriminar é perfeitamente possível você trabalhar com a educação especial, desde que, você tenha condições para tal.

      • Cristina disse:

        Colega acho melhor você parar de se justificar, está ficando cada vez mais complicada a sua situação. Discriminação é crime e você pode facilmente vir a responder judicialmente por isso, já entrei em contato com um advogado para me orientar o que podemos fazer em relação a tudo isso que você está divulgando. Me aguarde Rodrigo.

  26. Regiane disse:

    Estou estarrecida com tanta discriminação. Sou professora, este ano estou no AEE, e vejo sim potencial nas criancas com deficiência em sala comum. Ela não precisa necessariamente ser alfabetizada para aprender e conviver com seus pares. Eu também não era capacitada para lecionar para criancas especiais, mas fui atrás e me capacitei. Vejo muito professor falando isso, mas não faz nenhum curso de extensão para aprender mais. Essas famílias não estavam preparadas para receber uma criança especial em seu meio e precisou aprender tudo com eles e tiveram que adaptar suas casas de acordo com as necessidades dos seus filhos, outras nem condições tem de adaptar e se viram como dá. Portanto o que faltam em vocês é sensibilidade, se colocar no lugar do outro. Atendo dois meninos gêmeos, um autista e o outro com paralisia cerebral, a mãe corre com essas criancas o dia todo e não quer dizer que ela só reproduz filhos, pois ela tem três filhos, o outro é mais velho. Vocês não imaginam a felicidade da criança com paralisia cerebral de chegar a escola e ficar junto com as criancas da sala. E graças a Deus as criancas não o discriminam, pelo contrário disputam para ajudá-lo, serão seres humanos mais sensíveis.

  27. Cleide Mara Veloso Ribeiro disse:

    Meu Deus, eu queria somente ler sem comentar, mas diante de tantos absurdos, não dá!
    Professores lendo uma reportagem e já achando que vão poder querer ou
    não aluno com deficiência. Não é bem isso meus queridos, graças a Deus
    pelo que entendi, os responsáveis
    serão ouvidos! Outro como o Rodrigo, se dizendo Educador e afirmando que
    não gosta de pessoas especiais! Você é
    uma delas querido! Todos somos
    inclusão em algum momento de
    nossas vidas. Nem sempre o lugar
    onde estamos é adequado para nós,
    incluir é tornar algo adequado para que
    o outro se torne igual. Quer um
    conselho, Rodrigo? Vai cuidar de
    máquinas, deixe de falar que é
    professor, com este pensamento
    retrógrado e deficiente! Sim, com este
    pensamento, você sim é deficiente, deficiente de conhecimentos e
    principalmente de amor!
    Tenho pena de pessoas como você! Que Deus proteja nossos jovens e crianças de seus exemplos!
    PS: Se faz diferença para você; deixo claro que lecionei por vários anos e sempre ficava com os alunos que “professores” como você discriminava , e, sim conseguia ver progresso neles! Hoje, como Supervidora de Ensino, cuido há anos da Educação Especial, tendo estudado muito sobre o tema, posso afirmar com convicção, que separar os diferentes é retrocesso sim!
    E mais, se quer escolher seus alunos, de aula particular, seria um favor livrar crianças e adolescentes de mentes “brilhantes” como a sua!

    • Regiane disse:

      Perfeito Cleide. Também ia só ler os comentários, mas diante de tanta bobagem e discriminação deixei o meu acima. Os educadores que se acham no direito de escolher seus alunos deveriam realmente mudar de profissão. E pelo que li no comentário da própria deputada em sua página a inclusão nas salas comuns não irão acabar, portanto não precisam comemorar. Espero que mais criancas saíam da segregação que sempre tiveram e venham conviver com seus pares.

  28. gabiane disse:

    Sou professora e convivo com a realidade de ter aluno com deficiência e penso que não são eles que não tem capacidades e sim nós e todo um sistema que exclui pela falta de material oara promover a verdadeira inclusão. Quando a lei, estou consciente que existe a lei maior que requer educação de qualidade para todos e que a escolarização só acontece na escola regular e não podemos negar isso pra ninguém .Entedo que uma menoria de pessoas com deficiência é diagnósticada atraves de avaliação multiprofissional como sem possibilidade de estar na rede regular , porem ainda assim acredito na plasticidade cerebral .É preciso experimentar! É preciso adaptar! É preciso ter conhecimento! É preciso ter respeito ao ser humano e se colocar no lugar do outro.

  29. Ilza Marques Felizardo Peixoto disse:

    Oi Rodrigo. Concordo plenamente com você. A escola pública infelizmente virou uma creche, onde os pais deixam seus filhos para que os professores cuidem. Se os professores conseguirem ensinar alguma coisa é lucro. Eu não consigo entender como tantas pessoas não enxergam que o sistema educacional não está preparado para receber alunos especiais e os professores também não. O Estado não está atendendo de forma adequada, nem aos pais e nem as crianças. Deveria sim ter uma escola preparada,tanto estruturalmente como pedagógicamente, para atender a essas crianças. Muitos pais chegam até nós e não admitem que seus filhos possam ter deficiência. Ou seja, falta orientação até para eles. A inclusão é muito bonita no papel, mas na prática a realidade é cruel: professores não preparados, prédios sem infraestrutura, materiais ausentes ou precários. Quem discorda, geralmente não está na sala de aula com esses alunos. O Estado se desobriga, e os alunos ficam nesse jogo de empurra. Eu só acho que VC foi infeliz na colocação não gosta de trabalhar com especiais.

  30. maria aparecida disse:

    Bom! Por um lado nao esta certo porque se trata de um exclusao mas, por outro vejo que no ensino regular nao se encontram profissionais capacitados para atender esta demanda , entao que se façam melhorias para que aconteça tudo correto como deve ser.

  31. Fabíola Pereira disse:

    Boa tarde…
    Inclusão!!!
    Assunto difícil de ser discutido.
    Estou no 5° período de pedagogia, ano passado estagiei em uma escola municipal, com 2 turmas de reforço escolar com alunos com vários problemas, ao fim do trabalho, pude ouvir que meu apoio aos alunos foi de grande valia, pois conseguimos em parceria ajudar alguns desses alunos assistidos.
    Esse ano meu estágio está sendo em outra escola, e com um aluno com Síndrome de Down, e para falar a verdade tem sido um desafio enorme, pois o apoio que recebemos ainda está muito além do necessário, faltam profissionais qualificados e o laudo para dar um “norte” a que tipo de trabalho deve ser feito com cada aluno incluso muita das vezes não abrange a necessidade cognitiva deles.
    Sou a favor da inclusão sim.
    Mas também sou a favor da inclusão do professor na inclusão. (Tema do meu TCC)
    Pois matricular na escola, deveria gerar um comprometimento maior.
    Alguns alunos estão simplesmente dentro das escolas por meio da LDB, sem que ao menos seus pais estejam recebendo direcionamento de quem deveria.
    Pais que muitas das vezes não sabem o que fazer para que seus filhos tenham um desenvolvimento maior, assim como a maioria dos professores que recebem esses alunos em sala também não tem.
    Discutir não soluciona, o que solucionaria então?
    Que o ser humano possa olhar com amor ao próximo e possa se condoer com a vida daqueles que receberam tais filhos tão especiais, pois só se sabe quantas dificuldades em assisti-los quem dá essa assistência diariamente.

  32. Débora disse:

    olá,boa noite!!!realmente é um assunto muito polêmico e a ser bastante pensado e discutido.Sou educadora, e no ano passado, tive em minha sala,uma aluna especial.Um amor de menina,muito inteligente,mas que,infelizmente, me deparei com situações que me deixavam aflita,pois,apesar de ser um doce,as vezes era muito imperativa,e me atrapalhava nas horas em que eu precisava dar mais atenção as outras crianças,pois,a mesma,queria toda a minha atenção,exclusivamente!A mãe,não aceitava que ela era diferente das outras e queria que ela fosse inclusa,em todas as atividades,inclusive extra-classe,o que não era muito legal,até por temer a sua segurança, já que a mesma não andava sozinha e pelo fato da escola não oferecer suporte nem estrutura para receber alunos assim.
    Acredito que, a inclusão não acontece só na escola,pois muitas vezes os pais são os próprios a colocarem as crianças em situações em que eles vão se sentir inferiores pelo fato, inevitável,de serem impossibilitados de fazerem atividades em que as outras crianças participarão!numa escola especializada terá,com certeza,atividades voltadas para eles,conseguirão realizar todas elas, na medida do possível, e,consequentemente,se sentirão mais felizes
    minha opinião!

  33. TENHO UM FILHO COM AUTISMO ELEVADO COM 17 ANOS , E NÃO CONSIGO VAGA PARA ELE EM ESCOLA NORMAL DURANTE O DIA.. A CENTRAL DE MATRICULA DE ALVORADA , CONSEGUIU VAGA PARA O TURNO DA NOITE , AGORA PENSEM , UM MENINO QUE NÃO FALA É POR VEZES AGRESSIVO FICA O DIA INTEIRO EM CASA COMENDO , FAZENDO NADA , E A NOITE VAI PARA ESCOLA DE INCLUSÃO FAZER QUASE NADA TAMBÉM . ENTENDO QUE ELE TEM IDADE PARA IR A ESCOLA A NOITE , MAS É ESPECIAL .TAMBÉM SOU PROFESSORA DE GEOGRAFIA , MAS ESTOU SEM TRABALHAR POR CONTA DESSA LUTA EM QUE VIVO POR UMA ESCOLA PARA MEU FILHO , SEI QUE UMA ESCOLA ESPECIAL COM PROFISSIONAIS QUALIFICADOS SERIA O IDEAL , MAS A TRISTEZA DE UMA MÃE AUMENTA A CADA DIA QUE PASSA POR VER O DESCASO COM OS ESPECIAIS .

  34. cowboy disse:

    Sala com 18 alunos ? Me fala o estado, cidade, que tô indo pra lá. Aqui é 34 e 4 especiais.

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